quarta-feira, 30 de setembro de 2009

The more you try, the more it hurts when u see u fail.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

... [2]

please, please please;

let me not be this way...
I'm on your back

sábado, 19 de setembro de 2009

Stay

Have heart my dear
We're bound to be afraid
Even if it's just for a few days
Making up for all this mess

Light up, light up
As if you have a choice
Even if you cannot hear my voice
I'll be right beside you dear

I'm a slow motion accident

Hey Blondie!

can't you hear me screaming for you...?

it echoes through my head: hey hey hey...

I need you.

-please, let me in.

Stumble

And I just wanna feel a little safer...

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Sete

Hoje é dia sete. Sim, é sete, por que eu ainda não dormi e se não dormi, ainda é sete. Hoje é um dia especial pra mim, não só porque é sete (e eu tenho, sim, uma fixação com o número), mas porque é outro tipo sete. Hoje eu cheguei em casa, viagem cansativa, mas proveitosa; vi meus pais, meus primos, meus parentes e meus amigos, fiz o que tinha de fazer, falei o que tinha de falar (exceto o mais importante, mas isso é assunto pra outra postagem).

Mas hoje é dia sete. Hoje eu cheguei em casa (embora essa seja outra, eu a fiz um lar) e hoje eu matei a saudade. Não toda, claro, não se mata saudade de 10 dias em 6 horas. Mas hoje é dia sete e é um dia especial pra se passar com alguém especial. Hoje eu finalmente pude, depois de dez dias, matar o aperto que eu tinha no peito, porque a falta é grande, a saudade aperta, e não tem msn, mensagens de celular, nem mesmo sonhos (e esses são até melhores às vezes) que deem conta de conter esse aperto. Era dormir e acordar todo dia pensando no rosto, no sorriso, nas palavras, no toque, na mão no cabelo, na boca (aquela que eu mais amo). Era um dormir e acordar sofridos, que "despertavam as minhas mais intensas contradições" (quotando alguém que não vem ao caso); era matar a saudade de uns e aumentar uma outra (uma só, que se fazia maior que qualquer uma); aproveitar os dias que me restavam e esperar a hora de voltar pra essa outra casa, essa que ia me trazer o conforto de matar a saudade de dez dias que se fez maior que a de 5 meses.

Pois bem, hoje, matei essa saudade que tanto me matava. Primeiro com os olhos, só eles, que me permitem o primeiro contato e não e deixam chegar onde quero. Os abraços, os beijos e as palavras só se são permitidos depois - bem depois. Mas eu espero, ansiosa, mas feliz por saber que não se demorarão. Afinal, já se foram os dez dias.

Meus pais, parentes e amigos que me perdôem, mas é bom estar em casa. Quando o assunto é saudade, o coração que bate-forte fala mais alto.

Agora é aproveitar e matar a saudade, até que os dez dias se transformem em dois meses e meu coração transborde; de saudade e de amor. E esse dia sete foi, sem dúvida, o melhor de todos.