segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
That's what I meant
Whataya want from me?
Whataya want from me?
Yea, I'm afraid
Whataya want from me?
Whataya want from me?
There might've been a time
When I would give myself away
Oh, once upon a time
I didn't give a damn
But now here we are
So whataya want from me?
Whataya want from me?
Just don’t give up, I’m workin’ it out
Please don’t give in, I won’t let you down
It messed me up, need a second to breathe
Just keep comin’ around
Hey, whataya want from me?
There, it’s plain to see that baby, you’re beautiful
And there’s nothing wrong with you
It’s me, I’m a freak
But thanks for lovin’ me, ‘cause you’re doing it perfectly
There might have been a time when I’d have let you slip away
I wouldn’t even try, but I think you could save my life
Just don’t give up, I’m workin’ it out
Please don’t give in, I won’t let you down
It messed me up, need a second to breathe
Just keep comin’ around
Hey, whataya want from me?
Just don’t give up on me
I won’t let you down
So, please, dont give up on me.
sábado, 28 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
scared
Still, your words echo in my head, endlessly...
what if you stop...?
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
forget
sometimes...
I cant fix myself. i try and try but it's all in vain.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Today
You're my best present. My everyday gift.
My dream at night, my smile at daylight, my favourite smell, my favourite sight.
You took my heart away (keep it close to yours...) s2
(and today was a great day).
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Se...
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Tic-tac
Então pára Sr. Relógio. Deixa eu aproveitar do meu amor mais um pouquinho, só por hoje...
De novo, de novo e de novo.
domingo, 1 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Sunshine
You'll never know, dear, how much I love you. Please don't take my sunshine away...
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
want
Can we have everything we want? I don't want everything. This is all I want.
domingo, 25 de outubro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
I wish...
domingo, 11 de outubro de 2009
5 de outubro
Uma vez eu ouvi alguém dizer que queria se sentir dependente de outro alguém. A pessoa em questão falava sobre o porquê de ter terminado com o namorado. “Ah, sei lá. Eu sou muito independente, eu queria depender dele”. Na hora, achei estranho, assim como todo mundo que estava presente. “Ela é louca”, pensamos, e começou a chuva de perguntas pra tentar entender o que ela queria dizer. Depois descobrimos que ela não queria ser dependente de verdade. Ela queria se apaixonar. Só não encontrou o termo certo. “Eu quero me sentir ligada a alguém, quero precisar dessa pessoa, pensar nela o tempo todo, coisas assim”, foi mais ou menos isso que ela falou. Agora sim. Compreensível.
Eu já devo ter falado antes sobre essa sensação, sobre o estar apaixonado. Não é algo ignorável. É um sentimento full time, que consome, que se faz perceber. Quase uma ocupação. Dói e ao mesmo tempo cura. É a dor mais feliz do mundo. É bizarro. É inexplicável. Mas está lá, firme e forte, batendo no seu coração a cada segundo do dia. E é, sim, um tipo de dependência.
Eu dependo de alguém assim. E o mais importante, eu dependo de mim pra manter firme esse compromisso, comigo, com ela. Eu dependo de mim pra não deixar o sentimento morrer, não o meu, mas o dela. Quando se é como eu, não há nada mais difícil. Eu poderia simplesmente continuar do jeito que estou e ela continuaria gostando de mim. Foi assim que ela me conheceu, assim que o sentimento nasceu.
Mas eu não quero continuar com os mesmos erros, as mesmas falhas, os mesmos problemas. Eu não quero ter que pedir desculpas pelos mesmos motivos pra sempre. Nem continuar me importando com coisas pequenas, insignificantes. Eu não quero ter que ir embora. Nem pensar no fim. Mas é isso que eu continuo fazendo. Colocando um ponto final. Comprando uma passagem só de ida.
Eu quero ficar. E quero bater de frente no mundo e quando ele desabar, eu quero poder segurar quem eu amo pela mão e carregá-la nas costas se assim for preciso. Mesmo que me mande embora. Mesmo que eu me machuque. Eu não vou desistir nem virar as costas. Eu vou tentar de novo.
E daqui a dez anos, eu não quero ser apenas uma lembrança.
So let me in. And let me stay.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
sábado, 19 de setembro de 2009
Stay
We're bound to be afraid
Even if it's just for a few days
Making up for all this mess
As if you have a choice
Even if you cannot hear my voice
I'll be right beside you dear
I'm a slow motion accident
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Sete
domingo, 9 de agosto de 2009
scar size: extra large
[...] the screwed up side of me that I keep locked inside of me, so deep; it always seems to get to me [...]
domingo, 26 de julho de 2009
I remember...
Então, eu tava aqui sem fazer nada, o sono me consumindo, o efeito do licor de chocolate com pimenta foi inexistente, só “msnando”. Dei um F5 no twitter e um tweet de um amigo me levou a uma conversa que me abriu as portas da memória e me botou lembrando os dias complexos de quando você começa a gostar de alguém.
Eu não sei como é com os outros, nunca perguntei, então vou falar como é comigo. Eu sou tapada, fato. Sabe quando você conhece alguém e tem aquela conexão imediata, uma empatia, digamos, diferente? Eu finjo que não existe, eu me nego a ver e quando vejo, custo a acreditar. Chega um momento que é inegável, ela está lá e pronto. “Mas é só amizade, Kyo”, eu penso. Nem é. Eu só me forço a acreditar. Talvez praquela pessoa seja; pra mim, not so much. Eu nego, nego até a morte, até que chega um dia que não dá mais pra ignorar todos os sinais e eu me entrego à dura realidade.
Quando você vira idiota não dá pra correr, fatão. Quando você passa o dia todo com a pessoa e não é o suficiente, quando você pensa nela a cada segundo que ela não esta do seu lado, quando você sai torcendo pra o acaso cooperar com você e vocês se encontrarem na rua, quando você chega em casa e corre pro MSN esperando que ela esteja lá, quando você fica o tempo todo abrindo a janelinha de MSN esperando que ela entre, quando você fica olhando pra tela toda hora e clicando compulsivamente na janela de conversa do MSN esperando que ela fale com você, quando você passa a olhar o celular toda hora à espera de um sms, quando você dorme e acorda pensando nela, quando você tem ciúme de quase todo ser vivo que se aproxime dela, quando você respira aquela pessoa 24/7.
E pior, quando você tem certeza (ou acha que tem) que nunca será correspondido, quando você tem que abafar aquilo que sente, quando você não pode chegar muito perto ou tem que se segurar quando a pessoa o faz. Não dá pra ignorar a ansiedade, o suor frio, o jato de eletricidade que vem com qualquer toque. Em algum momento, você se entrega à realidade.
Hoje eu parei pra lembrar isso tudo, mais uma vez, com mais afinco. Pra reviver aqueles momentos todos pelos quais eu passei e que valeram à pena, cada um deles. Ainda estão todos vívidos na minha memória, fresquinhos. Eu ainda consigo sentir os calafrios quando eu lembro. E é bom. É bom gostar, e é bom gostar da pessoa certa. É bom saber que, apesar das briguinhas e das D.R’s quase diárias, no fim do dia (ou da semana) estará tudo resolvido. É bom saber que, apesar das dificuldades, o afeto só cresce. E eu não vou desistir, por mais que eu erre (e eu sei que erro muito).
The point is, eu lembrei e foi feliz. E eu estou sendo feliz. O que é melhor ainda.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
my space halo
The distance begin to grow
I can't find the right words to say
I need to know it's okay
Okay"
domingo, 19 de julho de 2009
Röyksopp - Happy Up Here
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Escrevi em inglês, postarei em inglês:
I was just watching The Killers video clip, “The World We Live In”, and the lyrics reminded me of something. They sing “this is the world that we live in, I feel myself get tired” and it got me thinking about how I used to feel towards it and how I feel now. I feel like I’m becoming a worse person, like I’m stopping to care. I don’t like it. Since I was very young I used to be mortified by the world around me – and I didn’t need to turn on the TV for that. Everywhere you go, on every corner your turn, there’s a homeless person, there are kids begging at the traffic lights, there’s misery and poverty and abandonment. The world we live in is just full of pariahs created by ourselves, the society that abandons them only to complain about our very own creations. We treat them like they don’t exist, we fear them out on the streets, we try to pretend there’s a wall separating their world from ours. They only exist to us on the 7 o’clock news and the politics conversations within the social network. We pretend to know the solution for poverty, for neglecting, for the economic crisis, for violence, for global warming and for everything that’s bad for us, and we never seem to do anything, we’re not genuinely worried, we don’t move a finger ‘cos we don’t have time, ‘cos it’s the governments task, ‘cos it’s too late – there’s always an excuse. We accommodate. We’re not offended. We’re not ashamed. We just go back to our everyday lives like nothing’s happening and whatever problem they’re having, it’s not with us. Yes, there is a division. There’s US and there’s THEM. And we can’t mix.
This used to sadden me, to infuriate, to uproar my spirit, to make me actually wanna do something. I couldn’t stand to look at those people out on the streets, so close to me, and know they didn’t have a home, no food, any basic cares that were so ordinary for me. “How on earth could anyone not care? How could everyone see it and not do a thing?” I thought. Despite of any other wishes I could have for my adult life, and I had many, I settled up a goal: somehow, I’d do something. I knew I couldn’t do much, I could heal the world alone. But I knew I had to figure out a way to do my share. I always thought I’d have to make some money first, of course, this world revolves around money. But as I grew up, I realized I could still do some small things around me, and I didn’t need to be an adult for that. I realized the small changes, the ones you accomplish every day, are the biggest victories. But I didn’t. I was alone, and I was mocked by people around me, so I kept my ideas for me. I am still. And that’s why I feel so bad.
To know I could’ve done something before, I can do something now, and I still don’t. And to feel his feeling of indignation fading from my spirit little by little. I’m not as moved by the kids at the traffic lights anymore. And I’m scared. I’m scared of becoming like everyone else, I’m scared of stop caring, I’m scared of becoming so used to it that it’s normal. ‘Cos I know it’s not. I’m scared of settling. I don’t wanna lose myself to this dying world.
28/06/09


